Direitos Humanos e Cidadania

PIBID – Ciências Sociais – UFRRJ


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Apresentaçoes teatrais no Auditório Gustavo Dutra

Nos dias 16 e 18 de novembro de 2015, no auditório “Gustavão”, o PIBID de Ciências Sociais apresentou dois espetáculos teatrais . As peças intituladas de  “Desaparecidos Políticos” e “Olímpia ou a paixão de existir” foram interpretadas pelos bolsistas do programa e assistida por alunos da rede básica estadual de educação – trazidos até a UFRRJ pelos coordenadores do PIBID nas escolas –  e pela comunidade universitária.

Com intuito de trabalhar a temática dos Direitos Humanos através da linguagem teatral, as peças abarcavam discussões acerca de temas  contemporâneos, como ditadura militar, tortura, patriarcalismo etc. promovendo reflexões nos espectadores.

 


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Teatro, Direitos Humanos e o ENALIC

De 8 à 12 de dezembro de 2014 aconteceu na Universidade Federal do Rio Grande do Norte o V ENALIC – Encontro Nacional das Licenciaturas. O tema “Professores em espaços de formação: mediações, práxis e saberes docentes” foi o assunto central dos debates e reflexões do evento.

O Pibid de Ciências Sociais da UFRRJ participou do encontro representado por uma parte do grupo. Acompanhe abaixo alguns relatos sobre essa rica experiência vivida pelos alunos.

Segundo a bolsista Andrea, “Durante o ENALIC foi uma correria, pois o evento é de grande proporções cobrando muito dos participantes para conseguir acompanhar o ritmo. O primeiro dia foi conturbado. Os bolsistas tiveram problema para conseguir realizar o cadastro no evento devido as filas gigantescas. Perdemos muito tempo na fila e com isso não assistimos muitas exposições que aconteciam no momento em que estávamos aguardando o nosso cadastro.

O evento é de grande importância para as licenciaturas. O Brasil inteiro estava reunido em Natal com representantes de suas instituições tanto para assistir quanto para expor o resultado de sua pesquisa para os demais colegas. Conhecemos diversas pessoas e suas respectivas histórias do processo para conseguir chegar ao evento no ônibus das respectivas instituições. Para os alunos do curso de ciências sociais foi muito difícil, pois fomos em ônibus de linha e passamos por diversas adversidade, por exemplo, na volta o ônibus levou uma pedrada na Bahia no qual assustou a todos e pensamos que iriamos sofrer um assalto, mas apesar desses problemas fizemos amizades com os demais viajantes do ônibus e seguimos cantando e brincando durante a viagem.

Uma palavra defini o evento ENALIC: correria! Tínhamos que correr a todo instante para conseguir assistir uma exposição de um amigo. Devido ser um evento grande eram muitas pessoas apresentando ao mesmo tempo e a pessoa tinha que optar por aquela exposição/assunto chamasse mais atenção. Eram muitas comunicações orais sendo apresentadas ao mesmo tempo em uma instituição enorme no qual a pessoa tinha que pegar informações a todo instante para conseguir chegar ao destino previamente programado/escolhido.

O nosso grupo se reunia para ensaiar a peça de teatro que iriamos encenar no ENALIC. Ensaiamos e fizemos os ajustes finais. No dia tudo deu certo e nos divertimos muito. Conseguimos fazer tudo o que a Beatriz Wey havia pedido da gente e mantivemos uma boa dinâmica entre nós. As comunicações orais também tiveram um ótimo resultado no qual aqueles que ouviam fizeram perguntas ocorrendo uma grande interação.

O ENALIC proporcionou aos bolsistas uma nova experiência. Participamos de um evento grande, conhecemos pessoas de todo o Brasil, desvendamos alguns pontos de Natal descobrindo suas riquezas e encantos, apresentamos trabalhos científicos representando nosso curso e instituição. Foi um ótimo momento no qual foi proveitoso para todos. Conhecemos novas pessoas assim como redescobrimos pessoas do nosso próprio grupo devido grande proximidade acarretando em maior conhecimento entre nós.”

A aluna Doniésia, compartilha conosco seu relato sobre o Enalic:

“No dia 09/12 o aluno Diego Couto, apresentou seu trabalho sobre homossexualismo. No dia 10, a Emília Fernandes apresentou o seu trabalho que foi tema de seu trabalho de conclusão de curso, nos trazendo o tema sobre o programa Pibid. Destaco que nesse dia os trabalhos apresentados no mesmo GT fora muito valiosos para acrescentar com uma diversidade através da apresentação de alunas do Pibid Letras, com o trabalho em Literatura de Cordel. Elas expuseram suas experiências e o bom resultado que foi além do esperado com esse tipo de literatura aplicada entre alunos que não conheciam, e/ou tinham acesso a prática da mesma. Bem como julguei muito interessante o trabalho e relato do professor de música, que apresentou o seu trabalho em sala de aula e seu desafio para trazer o ensino de música de forma prazerosa, valorizando o social em torno da realidade dos alunos.

Ainda no dia 10, a aluna Andréa C. Gomes, dentre tantas apresentações desse GT, foi o trabalho que relatou a experiência de trazer para o Pibid do curso licenciatura em Ciências Sociais “ Direitos Humanos e Cidadania” o trabalho com o teatro. Relato também outra apresentação que, ao meu ver, foi rica a experiência do grupo Pibid Letras/ Espanhol da UFRRJ. A maneira como eles trabalham nas escolas para tornar o ensino de espanhol importante, além de ter sido  interessante vê-los falar dos alunos e de como levavam para a realidade cotidiana deles a leitura do Espanhol.

Finalmente, no dia 11, aconteceu a participação do Pibid Ciências Sociais apresentando a peça teatral: “Direitos Humanos e Cidadania: 450 anos de Shaskpeare.”, onde posso dizer que foi uma experiência muito boa. Nosso público, nesse último dia de apresentações, em sua grande maioria foram os alunos da UFRN que estavam trabalhando no evento.  Eles nos parabenizaram pelo nosso trabalho e compreenderam a mensagem que gostaríamos de transmitir, onde falávamos sobre preconceito, poder e vingança, amor e ódio.”

Segundo Damaris, no “Primeiro dia de encontro: Ocorre a recepção para fazer o cadastro no evento. A organização foi um pouco delicada, havia milhares de pessoas fazendo filas intensas. Fato que nos levou a esperar 4 horas na fila, esse primeiro dia foi bem cansativo.

Quarta-feira foi a apresentação de nossos colegas do projeto Pibid, pela manhã acompanhamos o debate da Emília Fernandes, em cuja monografia foi inspirada no Programa Pibid na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, destacando a importância desse projeto da Capes para a qualificação e aperfeiçoamento das licenciaturas no Brasil. Como o programa se iniciou e teve diversos desafios para se consolidar como um programa de pesquisa nas próprias escolas de ensino. Fato que permite a criticidade que a escola pode ser um campo de pesquisa para quem nele atua.

A parte da tarde, participamos como ouvinte do trabalho da professora Beatriz Wey e da dissidente Andreia, na apresentação sobre o novo enfoque do projeto do Pibid atual, que insere o teatro como forma de veículo de transmissão de conhecimento, como uma nova ferramenta que pode ser utilizada nas escolas. Assim pensa-se traduzir uma forma mais “acessível” da mensagem que se pretende anunciar, ao receptor que no contexto escolar, se reflete no aluno e na comunidade que faz parte do cotidiano escolar.

Dessas duas apresentações de trabalhos relacionados ao projeto do Pibid, podemos também ouvir outros trabalhos que estão sendo desenvolvidos em outros territórios do Brasil. Algo que chama a atenção são jogos na área de matemática que vem sendo desenvolvidos, na área de Biologia o jogo da memória para termos científicos que são mais difíceis do aluno lembrar. A literatura de cordel para que os próprios alunos de um Estado do Nordeste fizessem, e assim construíssem seus próprios cordéis, rimas simples que fazem parte da cultura local. Dentre tantos projetos que tentam ser mais acessíveis, destaca-se um trabalho desenvolvido no Pibid da UFRRJ, com o projeto de Letras/ Espanhol, em que se cria uma plataforma on-line, um jogo em espanhol de fácil acesso e muito interessante, se coloca por exemplo uma imagem e se pergunta de que desenho aquela figura é, e como em espanhol seria falada, dentre três opções, o aluno marca a que acredita ser. Assim podemos trocar ideias e ver o quanto no Brasil, o programa é importante para difundir novas ideias capazes de motivar o aluno a novos conhecimentos.

Na quinta-feira pelas nove da manhã, ensaiamos para a apresentação do teatro sobre a temática dos Direitos Humanos, e as obras de William Shakespeare, que já abordavam temas como esses. Esse ensaio foi muito importante, porque pudemos repassar toda a peça, e consertar alguns detalhes que estavam faltando. A apresentação ocorreu pela tarde, todas as dúvidas foram lembradas no ensaio, por isso o ensaio foi fundamental para que a apresentação da peça ocorresse, caso contrário não conseguiríamos apresenta-la. Em relação a experiência e comunicação com os que estavam presente foi muito interessante, podemos sentir que eles se interessam pela peça, que não é enfadonha, nem muito desgaste. O tempo em cerca de 30 minutos, contribui para que não ocorra uma dispersão sobre o que estamos falando. A sala estava composta de cerca de umas 15 pessoas, no anfiteatro dos Anfíbios, na Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Em relação a esse teatro, o espaço era consideravelmente agradável para apresentarmos a peça, sem esbarrar um nos outros. Cabe salientar aqui que o ensaio da peça foi crucial para a boa realização da mesma, como não ensaiamos antes, recebemos uma chamada da nossa orientadora, fato muito importante, para que o projeto seja levado com maior responsabilidade pelos bolsistas. Nesse sentido encontra-se uma dificuldade que vem sendo observado em alguns projetos,

o programa é muito ambicioso e grande, com uma quantidade grande de bolsistas envolvidos, para que os objetivos deem certo, é imprescindível o comprometimento de cada participante, e não basta as chamadas, ou relatórios que são cobrados pelos orientadores, ou lista de chamadas de presença, é necessário que cada estudante tenha o sentimento e desejo de cumprir com as atividades que se comprometem a desenvolver durante o projeto.

Em termos pessoais e acadêmicos, a experiência com o congresso foi mais uma oportunidade que só tenho a agradecer ao projeto e professores que coordenam nossas atividades, haja vista que a experiência acadêmica não é só qualificada por estar em quatro paredes e desenvolver atividades, mas também conhecer outras realidades e projetos que contribuem para nossa formação profissional. Acredito que o projeto tem grandes desafios e mudanças que precisam ser olhadas com grande cuidado, dentre elas o acompanhamento adequado dos bolsistas, que não é necessariamente cobranças, mas com qualidade na orientação. Enfim, o projeto tem em si um potencial grande de desempenho, para mim foi uma experiência muito enriquecedora.”

Finalmente, Breno nos conta que “A viagem para o V Encontro Nacional das Licenciaturas em Natal – RN foi uma experiência de grande importância para o meu processo de amadurecimento enquanto bolsista do PIBID e futuro professor de sociologia.

Pode-se dizer que esta experiência começou ainda na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro quando houve inúmeros problemas com a verba que seria destinada aos/as alunos/as para a viagem. No fim, por insistência de profissionais da universidade, tudo correu bem e as passagens do grupo do PIBID de Ciências Sociais foram garantidas.

Dois dias e meio viajando de ônibus para Natal me deram maior proximidade dos/as colegas pibidianos e, assim, foi possível “apertar” ainda ainda mais nossos “laços” de amizade, pois a coletividade durante a viagem foi mútua. Algo importante para um grupo em começo de trabalho.

De uma forma geral, o evento foi um sucesso, pois era perceptível o alto nível de organização e dedicação das pessoas que ali trabalhavam. Outro aspecto que chamou a atenção foi o grau de possibilidade de trocas que havia no ENALIC… havia, no evento, universidades e escolas técnicas de todo o país e, por isso, diferentes trabalhos apresentados, tanto em forma quanto em conteúdo; diferentes expressões culturais ligadas aos trabalhos e aos trejeitos de cada um/uma presente (algo possível apenas em um evento de nível nacional).

Participar do ENALIC enquanto pibidiano foi uma experiência de suma importância para minha formação acadêmica, pois os conhecimentos obtidos foram enormes e, com isso, vejo que faz-se necessário maior participação em eventos do tipo. Entretanto não apenas como ouvinte ou com peças teatrais, mas também apresentando trabalhos de minha autoria.”

Diante dessas experiências, deixamos algumas imagens de momentos que marcaram essa semana:

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Seminário Internacional de Teatro e Sociedade

No último dia 9 de setembro as alunas Tamis Porfírio e Glaucilene da Silva, acompanhadas da professora Beatriz Wey, seguiram para São Paulo para participar e representar o nosso PIBID no 1º seminário internacional de teatro e sociedade. Compartilhamos aqui o depoimento delas sobre tudo que aconteceu durante os três dias de programação, suas experiências e aprendizados.

“De inicio posso relatar que a companhia da pibidiana Tamis foi ótima, nosso entrosamento para o sucesso do trabalho foi fundamental, juntamente com a discente da UFRRJ Monique de Oliveira, que também participou do Seminário apresentando um projeto. E claro, a nossa professora Beatriz Wey que foi primordial para a presença do Pibid, (representado por Tamis e eu) em participar deste evento.
Posso dizer que neste seminário que participei serviu de muito crescimento no que diz respeito a teatro e sociedade. Na oficina de direção com o Diretor da Companhia do Latão Sérgio de Carvalho, recebemos informações pertinentes à prática teatral, completando com as conversas maravilhosas com José Antônio Pasta Jr. e Roberto Schuwartz, fechando o ciclo nos dois primeiros dias do evento, expondo suas experiências lúdicas e o estudo sobre a visão política dentro da literatura brasileira, mais precisamente sobre algumas Obras de Machado de Assis e o texto do próprio Roberto Schwartz, “A lata de lixo da Historia”.
Na apresentação das comunicações foi muito importante ter a experiência de troca com os outros grupos, que apresentaram suas experiências de trabalho em outros estados e outros modelos de projeto. Atentando a visão dos participantes para as diferentes realidades. Os trabalhos eram diversos e tratavam de vários assuntos pertinentes a sociedade e teatro político para o desenvolvimento da sociedade. Um dos projetos que achei que se assemelha em partes com o nosso era o Exercícios Críticos sobre a ordem social a partir de atividade de trabalho, de Minas Gerais que foi apresentado dia 9 de setembro, ele é feito em uma escola profissionalizante e tem a arte como um mecanismo de inserção política aos alunos, um espaço tecnicista tendo uma abertura para a arte, um engajamento artístico na escola formal, vejo que nesta parte nos aproximamos deste projeto, e que como este já apresenta um bom resultado na escola, desejo o mesmo para nossas escolas.
Todos os projetos eram muito bons, e o engajamento político bem planejado para melhor alcance para a sociedade. Devido a todo esse peso estava apreensiva com nossa apresentação, por ser minha primeira apresentação em seminário acadêmico fora da universidade e por sermos a última comunicação para apresentar, todos já tinham muitos anos de caminhada em seus projetos, o que causa uma insegurança, porém a professora Beatriz que estava junto nos deu confiança de que tudo correria bem, acalmando Tamis e eu. E conforme nossa apresentação teve inicio, ficamos mais seguras, falamos sobre como funciona o projeto, nossa realidade dentro da UFRRJ, nossas apresentações e a importância de cada pibidiano dentro do grupo, como cada um é importante com suas atividades particulares enriquecendo nossa experiência de grupo, e a apresentação foi sucesso. Fizemos nosso papel, conseguimos representar nosso projeto, apesar da pouca experiência.
Espero que consiga passar para o grupo o máximo que pude absorver deste Seminário, que venham outros para crescimento do grupo.”


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Seminário Institucional do PIBID na UFRRJ

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Nos próximos dias 21 e 22 de outubro acontecerá na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro o 1º Seminário Institucional do PIBID com o tema: Concepções Formativas na Iniciação à Docência.

O prazo para as inscrições com apresentação de trabalho será do dia 10 ao dia 30 de setembro. Para apenas ouvintes, o prazo se estenderá até o dia 15 de outubro.

Para se inscrever e obter mais informações é só clicar aqui.


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Teatro: 450 anos de Shakespeare nas escolas

No último dia 29, nosso grupo foi convidado para participar de um evento sobre racismo no colégio estadual José Bonifácio, localizado no km 37 aqui em Seropédica. Essa foi nossa primeira apresentação fora do espaço da Universidade. Nós somos um grupo formado por pessoas com características muito diferentes e nem todos tem afinidade com a ideia de fazer teatro. Mas todos estão se apropriando do melhor que podem e tem pra que o trabalho seja bem feito.

O dia começou cedo. Numa confusão por causa da condução que nos levaria até o local, quase não conseguimos chegar. Mas tava tudo tão bem feito e preparado, que não podíamos ficar de fora. Conseguimos chegar. O evento se deu na parte da manhã. Ao chegarmos na escola, onde toda ela nos esperava de forma muito carinhosa e atenciosa, fomos recebidos por uma super mesa de café da manhã que nos surpreendeu e, claro, matou nossa fome. Universitário é um ser que gosta muito de comida!! Risos. A mesa estava linda e farta. Coisinhas deliciosas foram preparadas pra gente e ficamos muito agradecidos com tanta generosidade.

Depois desse momento tão bacana, seguimos todos para o espaço reservado para as apresentações, que se deu num quintal de uma igreja vizinha da escola. Estava vem cheio de alunos e convidados. Ali aconteceram palestras, um coral cantou, um grupo dançou. Foi muito bonito! E nós nos apresentamos, como previsto no programa. Começamos com a caminhada onde recitávamos alguns direitos que constam na Declaração universal dos direitos humanos, acompanhada de uma breve encenação, da qual já foi falada aqui no blog. Depois encerramos com a peça “450 anos de Shakespeare”. Um momento muito divertido com os alunos e todos que participavam daquele evento.

A escola é um lugar não só de aprendizado e cultura, mas também de socialização e formação de opinião. Num cenário como este, de ensino médio, é comum lidar com adolescentes animados e dispostos. Uma fase onde vários sentimentos e descobertas estão aflorando. Essas características deram um toque especial à nossa apresentação: muitas risadas e cochichos nos seguiram naquele momento.

Ao final, nós apresentamos para todos o nosso projeto, nossa proposta e o significado de fazer parte do que as escolas estão construindo, mostrando que queremos fazer parte disso também. A professora Beatriz Wey nos acompanhou e também deixou o seu recado. Por fim, levaram a gente pra um refeitório onde nos serviram um almoço delicioso e nos encheram de mimos.

Deixamos aqui registrado nosso imenso respeito pelo colégio José Bonifácio e nossa gratidão por terem nos confiado ser parte de algo tão importante para eles. Sem dúvidas, queremos estar lá outra vez!

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Semana Acadêmica: Boas vindas aos calouros das Ciências Sociais

O segundo semestre de 2014 começou à todo vapor. Uma nova turma do curso de Ciências Sociais da UFRRJ chega à nossa universidade para integrar e deixar a nossa Rural mais bonita. Aqui nós dedicamos a primeira semana de cada semestre para recepcionar os novos alunos, onde nos organizamos para mostrar para eles tudo de mais importante que precisam saber para darem seus primeiros passos na universidade. As Ciências Sociais repudiam o trote universitário, logo, o curso se compromete em elaborar uma série de atividades durante essa semana para entreter, socializar e esclarecer as diversas dúvidas que naturalmente acompanham os novos alunos. Diante disso, nós apresentamos aos alunos o PIBID, o que ele representa e o compromisso das Ciências Sociais com este programa.

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Dessa vez, nos foi reservado o último dia da semana acadêmica, onde encerramos de forma muito especial, estreando a nossa peça de teatro: “450 anos de Shakespeare”, sob orientação da nossa querida professora Beatriz Wey, que muito tem nos ensinado durante nossos encontros. Nós nos apresentamos no jardim do P1, prédio principal de nossa universidade, para toda turma de calouros do curso. O dia tava lindo e o grupo também. Um pouco ansiosos e cheios de boas expectativas, conseguimos com bastante bom humor compartilhar o nosso trabalho. A ideia foi transmitir mensagens sobre direitos humanos a partir de famosas peças do escritor Shakespeare, com encenações curtas e bem claras, de forma que todos pudessem entender e conhecer o que estávamos comunicando. Inclusive quem nunca havia visto nada sobre este autor.

Fizemos parte de mais um ciclo que se inicia no curso das Ciências Sociais em nossa universidade. Que venham os próximos futuros cientistas sociais e, desses, mais dispostos a seguirem com o PIBID.

Calouros, sejam bem-vindos ao curso de Ciências Sociais da Universidade mais linda do Brasil!

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Teatro nas Ruas da Rural

No dia 25 estivemos reunidos no auditório “Gustavão” em nossa Universidade com a professora Beatriz Wey. Nossos encontros de teatro tem sido muito importantes para o que estamos construindo em nosso trabalho. Muitos planos e expectativas nos cercam. Cada encontro, é um novo aprendizado. A seguir, um relato da aluna Ana Paula Serpa sobre o que aconteceu lá. Foi uma manhã de quarta bem desafiadora pra todos nós.

“Hoje começamos o nosso trabalho as 9hs, com a professora Beatriz Wey. Cada um levou uma rosa vermelha, e todos estávamos de roupas preta. A professora levou alguns artigos referente aos direitos dos cidadãos, a intenção era fazermos juntos um trabalho nas ruas entre o P1 até o ICHS.

Antes de irmos para a rua, ensaiamos no Gustavão durante uma hora e meia. Então ficou combinado de fazermos uma performance durante o trajeto. Ficávamos em fila, cada qual com um par. Enquanto o aluno Rodrigo Camargo citava trechos dos artigos dos Direitos Humanos, alguns alunos deitavam ao chão, e o seu par riscava o chão com giz em volta dos corpos deitados, isso acontecia após a ultima batida do tambor, trabalho feito pelo aluno Mateus Marcílio, enquanto caminhávamos pelas ruas da Universidade.

As duplas alternavam a performance, enquanto um deitava ao chão o outro riscava, e vice versa. Após os alunos se levantarem, três alunos: Diego, Damaris, Mariana, eram responsáveis por colocar pétalas de rosas, dentro das silhuetas deixadas pelas marcas de giz. Quando chegamos ao ICHS, fizemos a nossa última performance: cantávamos um refrão de uma música e durante as pausas quatro alunos iam à frente falar trechos da própria música, que dizia respeito a uma humanidade ainda não evoluída, onde a ganancia e o desrespeito fazem parte do cotidiano.”

A intenção dessa manifestação foi gerar reflexão nas pessoas à respeito dos Direitos Humanos. Quantas pessoas morrem diariamente porque seus direitos são ignorados? Vamos refletir?

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